
A economia brasileira enfrenta um colapso sem precedentes sob o governo Lula. O dólar atingiu R$ 6,207 nesta terça-feira (17), o maior valor desde o início do Plano Real, representando uma desvalorização de 28,2% apenas em 2024. Esse cenário é reflexo direto da perda de confiança dos investidores, agravada pela condução desastrosa da política econômica do governo petista.
Enquanto a taxa Selic sobe para 12,25% e novas altas são prometidas para 2025, o crédito se torna ainda mais caro, sufocando consumo e investimentos.
A inflação, sempre acima do teto da meta, já corrói o poder de compra das famílias, especialmente as mais pobres — justamente aquelas que Lula prometeu proteger.
A paralisia do governo é evidente. Em vez de medidas estruturais e corajosas, o que se vê são promessas vazias e discursos que não se traduzem em ações efetivas. Nem mesmo os empregos, que têm sido usados como bandeira pelo governo, trazem alívio real. Apesar da queda no desemprego, o cenário é de informalidade crescente e salários insuficientes para acompanhar o custo de vida.
O silêncio ensurdecedor de entidades empresariais e sindicatos — historicamente aliados do PT — reforça a impressão de que o país está entregue à complacência.
O Brasil não suporta mais dois anos de inércia sob o comando do governo petista. A falta de direção e responsabilidade ameaça não apenas a economia, mas também o futuro das próximas gerações. É hora de a sociedade romper o silêncio e cobrar mudanças reais, antes que o preço da omissão se torne insustentável para todos.
O relógio está correndo, e o custo do desgoverno de Lula será pago por cada brasileiro.
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