
A escalada da violência na Bahia atinge níveis alarmantes e escancara o fracasso da gestão de Jerônimo Rodrigues no combate à criminalidade. Nesta semana, dois casos emblemáticos chocaram os baianos e evidenciaram a falta de controle do governo estadual sobre a segurança pública.
Em Salvador, a Escola Municipal Dom Eugênio de Araújo Sales, localizada no bairro de Periperi, foi arrombada duas vezes em menos de três dias. Na madrugada desta terça-feira (14), criminosos levaram uma geladeira, continuando o saque iniciado na segunda-feira (13), quando foram furtados televisores, micro-ondas, caixas de som e outros equipamentos. Apesar das investigações em curso, a Polícia Civil ainda não identificou os responsáveis, o que reforça a sensação de impunidade.
Enquanto isso, em Feira de Santana, a segunda maior cidade do estado, a violência fez mais uma vítima. Um adolescente de 14 anos, Robson Dias dos Santos, foi brutalmente executado com tiros na cabeça, tórax, braço e perna, em plena manhã desta quarta-feira (15). O corpo foi encontrado dentro de um córrego no bairro Feira X, numa cena que expõe a brutalidade que se tornou rotina na Bahia. A Polícia Civil confirmou a investigação, mas, como de costume, ainda não há sinal de solução rápida para o caso.
Para muitas famílias, a espera por justiça virou uma sentença de desespero.
Esses episódios são apenas a ponta do iceberg de uma gestão que se mostra incompetente e omissa diante da crescente insegurança. Jerônimo Rodrigues prometeu, em campanha, ser um governador próximo do povo, mas na prática se revela incapaz de proteger os cidadãos. O avanço desenfreado da violência é o retrato de um estado entregue à criminalidade, onde escolas viram alvos fáceis de bandidos e jovens são assassinados sem piedade.
Enquanto isso, o governo parece mais preocupado em blindar sua imagem política do que enfrentar o caos que consome a Bahia.
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