
O vídeo de Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre o monitoramento do Pix incendiou as redes sociais e deixou o governo Lula completamente desnorteado. A gravação, que ultrapassou 300 milhões de visualizações, deu voz ao sentimento de indignação de milhões de brasileiros que se sentem perseguidos por um governo que, em vez de solucionar problemas, parece disposto a criar mais obstáculos para quem trabalha honestamente.
Entre as reações destacadas no vídeo, um protesto da influenciadora Fabi Terra no TikTok sintetiza a revolta popular. Fabi denuncia que o governo estaria criminalizando pequenos trabalhadores para justificar sua fome de arrecadação. “Eles querem saber o que você movimentou para tirarem a parte deles”, afirmou, apontando a hipocrisia de uma gestão que persegue manicure, motoboy e qualquer trabalhador informal enquanto protege seus apadrinhados.
A fala viralizou ao ilustrar o abismo entre a realidade das ruas e as narrativas da esquerda.
A repercussão negativa forçou o governo a recuar no monitoramento, mas as tentativas dos governistas de desqualificar Nikolas e outros críticos têm soado cada vez mais artificiais. Erika Hilton (PSOL-SP) e Lindbergh Farias (PT-RJ) tentaram reagir, mas seus vídeos ficaram aquém do impacto do parlamentar oposicionista.
A medida provisória publicada posteriormente, prometendo que o Pix não será taxado nem monitorado, apenas reforça a desconfiança geral sobre as verdadeiras intenções do governo petista.
A oposição segue fortalecida por um exército de cidadãos indignados, enquanto os governistas tentam, sem sucesso, desviar o foco das críticas. A crise do Pix escancara um governo que não consegue reconquistar a confiança de quem trabalha e paga suas contas, mas que insiste em culpar os outros pelos próprios erros.
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