
A Venezuela, sob o comando de Nicolás Maduro, alcançou a 178ª posição no Índice de Percepção da Corrupção de 2024, elaborado pela Transparência Internacional. No ranking, apenas a Somália (179º) e o Sudão do Sul (180º) ficaram atrás, consolidando a Venezuela como o país mais corrupto das Américas pelo 11º ano consecutivo.
Em 2023, o mesmo instituto destacou o regime chavista como “um grande exemplo de corrupção”, apontando que “o pagamento de propinas e a cooptação de juízes e promotores em todos os níveis do sistema judiciário se tornaram um dos principais mecanismos utilizados pelas redes criminosas para garantir a continuidade de suas atividades ilícitas, bem como sua impunidade”.
Enquanto isso, o Brasil, sob o governo de Lula, registrou seu pior desempenho no levantamento da Transparência Internacional. Em 2024, o país caiu para a 107ª posição, empatando com Argélia, Malauí, Nepal, Níger, Tailândia e Turquia. Em relação a 2023, o Brasil perdeu três posições, e comparado a 2022, último ano do governo de Jair Bolsonaro, despencou 13 posições. A melhor colocação do país foi em 2012 e 2014, quando alcançou o 69º lugar.
Esses dados evidenciam o avanço da corrupção em países alinhados à extrema-esquerda radical. No caso do Brasil, a gestão petista tem sido marcada por escândalos e uma crescente percepção de corrupção, refletindo diretamente na piora do país no ranking global.
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