
O STF voltou a dar show de militância ao formar maioria para condenar a deputada Carla Zambelli (PL-SP) a 5 anos e 3 meses de prisão por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal. A perseguição política escancarada ainda inclui a tentativa de cassação do mandato da parlamentar, mesmo sem o trânsito em julgado do processo. O julgamento foi suspenso por um pedido de vista de Nunes Marques, mas os votos dos ministros da esquerda já estavam alinhados, como de costume: Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Dias Toffoli.
O episódio em questão é o que aconteceu na véspera do segundo turno das eleições de 2022, quando Zambelli sacou uma arma em São Paulo após ser provocada por um petista. Até hoje, esse caso é usado como munição política pela extrema-esquerda radical. Inclusive, o próprio Jair Bolsonaro declarou: “A Carla Zambelli tirou o mandato da gente”, admitindo que a cena pesou na reta final contra sua reeleição.
Entre a base conservadora, cresce a crítica de que Zambelli representa a chamada “direita burra”, que age por impulso e alimenta o discurso da esquerda. A situação abre brecha para que o STF, cada vez mais partidarizado, avance sobre qualquer voz que incomode o sistema petista.
Não se trata apenas de um julgamento individual, mas de mais uma tentativa clara de silenciar a oposição e empurrar goela abaixo o modelo de poder da extrema-esquerda radical e violenta no Brasil.
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