
Jerônimo Rodrigues decidiu trocar o comando da Polícia Militar e Civil da Bahia, mas disse que “nada irá mudar”. A pergunta que fica é: então pra que mexer nas peças? O próprio governador petista admitiu que o motivo da mudança é “sanar possíveis desgastes”, ou seja, jogada de marketing para tentar apagar o rastro de fracasso que seu governo arrasta na segurança pública.
Segundo informações de bastidores, facilmente checadas em grupos de Whatsapp, a tropa comemora a saída do coronel Paulo Coutinho, um nome alinhado à ala mais radical e extremista do PT na Bahia, mas sabe que só trocar o nome sem trocar a postura não adianta de nada.
A Bahia é hoje um dos estados mais violentos do país, dominado por facções criminosas enquanto o governador espera, como ele mesmo disse, que “o presidente Lula deverá fazer algum investimento mais forte na segurança pública”. É essa a estratégia? Ficar esperando Lula enquanto o povo morre nas ruas?
A declaração mostra que Jerônimo não tem comando e depende do ex-presidiário Lula para tudo, inclusive para tentar conter a guerra urbana que tomou conta do estado.
Na coletiva, Jerônimo tentou justificar que agora poderá “imprimir uma marca mais forte”, já que os antigos comandantes ainda tinham “uma marca do governo anterior [de Rui Costa]”. Ou seja, o petismo se renova na incompetência, mas continua o mesmo.
A promessa de “nova identidade” e “novo estilo” soa vazia, pois os problemas continuam: falta de ação, omissão e despreparo diante da escalada da violência.
Com mais de 20 anos de PT, a Bahia virou laboratório de fracasso. A troca de nomes, sem mudança real de postura, é só cortina de fumaça.
O povo quer segurança de verdade, não discurso ensaiado em coletiva.
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