
ACM Neto decidiu colocar o bloco na rua e acendeu o alerta vermelho dentro do PT baiano. Sem precisar de propaganda milionária ou discurso vazio, o ex-prefeito de Salvador começa a montar, com apoio popular e articulação política, a base que pode sepultar de vez os 20 anos de descaso petista na Bahia.
Em coletiva realizada em Santo Estêvão, Neto cravou: “Não tenho dúvida que, em 2026, o União Brasil não estará no mesmo palanque do governo e nem do presidente Lula”.
A declaração caiu como bomba nos bastidores da turma de Jerônimo Rodrigues, que já sente o cerco apertar.
Enquanto o atual governador coleciona rejeição e tropeços administrativos, ACM Neto vai reunindo prefeitos, deputados e lideranças da oposição de forma estratégica e silenciosa. Só no feriado da Semana Santa, o vice-presidente do União Brasil recebeu dezenas de aliados em sua casa e confirmou que voltará a percorrer o interior do estado com agendas semanais.
A frase “Minha sustentação principal é com o povo da Bahia” ecoou entre os presentes e deixou claro que Neto está mais firme do que nunca.
Nas redes sociais, o nome de ACM Neto tem aparecido com força, enquanto Jerônimo amarga avaliações negativas. Segundo levantamento recente do AtlasIntel, o governador petista tem mais de 50% de reprovação na capital e perde apoio até nos redutos petistas do interior. A insistência de Jerônimo em discursos ideológicos, perseguições políticas e alianças forçadas não segura mais a revolta popular. Mesmo com todo o aparato da SECOM, o governo não consegue esconder sua paralisia.
Internamente, o PT já admite que figuras como Adolpho Loyola e Felipe Freitas, que falharam em 2024 ao tentar empurrar candidaturas fracassadas em Salvador, Feira e Lauro, agora se agarram em narrativas plantadas e assédio a prefeitos opositores como último recurso.
Mas a verdade está exposta: o povo da Bahia quer mudança, e Neto já começou a liderar esse processo.
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O Jero estava apostado todas as fichas na articulava politca do Loyola… A tática é colocarmos em uma das mãos o recursos públicos do Estado e com a outra abraçar Prefeitos e lideranças políticas da oposição… É a política de não vencer o pleito eleitoral com os mesmos votos. Então é deixar os tradicionais aliados políticos em segundo plano e privilegiar as lideranças de oposição. Entre estes estão Prefeitos, vereadores e alguns ex-politicos que já deu frutos como César Borges…
O Jero estava apostado todas as fichas na articulação politca do Loyola… A tática é colocar em uma das mãos os recursos públicos do Estado em uma das mãos e com a outra abraçar Prefeitos e lideranças políticas de oposição… É a política de não vencer o pleito eleitoral com os mesmos votos. Então é deixar os tradicionais aliados políticos em segundo plano e privilegiar as lideranças de oposição. Entre estes estão Prefeitos, vereadores e alguns ex-politicos que são árvores que já deu frutos como César Borges…
O Jero esta apostando as fichas na articulação política de Loyola. É a política de não vencer o próximo com os mesmos votos. É deixar os tradicionais aliados políticos em segundo plano e privilegiar as lideranças políticas da oposição. Ou seja, é os recursos públicos do Estado em uma das mãos, e com a outra, abraçar Prefeitos, Vereadores e ex-politicos de oposição, árvores que já deram frutos, como César Borges… Será se isto vai dá certo? Ex a questão…