
Jerônimo Rodrigues voltou a vender ilusão nesta segunda (21), ao visitar o canteiro do VLT de Salvador e prometer entregar até 4 km de trilhos até o fim do ano. A realidade, no entanto, é brutal: em cinco anos, o governo conseguiu executar apenas 18% do primeiro trecho, o que representa cerca de 5% da obra completa, estimada em 36 km.
Se continuar nesse ritmo, o VLT será concluído só em 2051.
Com investimento de R$ 5 bilhões, o projeto já consumiu bilhões em empréstimos, enquanto a população do Subúrbio Ferroviário segue sem trem, sem VLT e espremida em ônibus lotados. Jerônimo fala em “ritmo muito bom”, mas até hoje não entregou nenhum trecho funcional e muito menos apresentou um cronograma final claro.
Digno de pena, Jerônimo Rodrigues exibe um canteiro como se fosse inauguração.
Desde 2020, quando foi assinada a ordem de serviço, o único consórcio com algum avanço é o Expresso Mobilidade Salvador. E mesmo assim, não chegou a 20% de execução. Enquanto isso, outros dois trechos seguem parados. O plano inicial, apresentado em 2017, previa conclusão em 2022. Estamos em 2025 e o que se vê são promessas requentadas e nenhum transporte funcionando.
Os números do governo do PT na Bahia são vergonhosos. Além do fiasco no VLT, Jerônimo Rodrigues já acumula mais de R$ 12 bilhões em empréstimos apenas em seu mandato, segundo dados do Banco Central. E o que o povo recebeu? Filas na regulação, piores índices educacionais do Brasil e recordes de violência.
A única estrutura consolidada é o balcão de cargos.
Na prática, a grande obra de Jerônimo é manter a máquina petista funcionando com acordos políticos e propaganda. Obras com dinheiro do Estado? Nenhuma. O VLT virou símbolo de um governo que promete muito, gasta mais ainda e entrega quase nada.
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