
Enquanto a Bahia enfrenta um colapso sem precedentes com explosão da violência, escolas desestruturadas e famílias inteiras sem acesso à saúde, Jerônimo Rodrigues segue como se estivesse em um comício eterno. Em vez de governar, o petista prefere usar o microfone para atacar adversários, até mesmo os que estão afastados ou hospitalizados, como Jair Bolsonaro, vítima de um atentado promovido por um militante do PSOL, partido aliado ao próprio Jerônimo.
A mais recente aberração verbal veio em América Dourada, onde Jerônimo sugeriu que os eleitores de Bolsonaro fossem “levados para a vala por uma retroescavadeira”.
A declaração causou indignação em todo o país e expôs, mais uma vez, o desprezo do governador com quem pensa diferente. Jerônimo nunca foi duro com criminosos, mas agora tenta posar de valentão contra cidadãos comuns. Em nenhum momento da sua gestão houve qualquer iniciativa firme contra o avanço do tráfico ou das facções onde a Bahia lidera o ranking de homicídios no Brasil pelo terceiro ano seguido, com mais de 6.200 assassinatos em 2024, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
A prioridade do governador segue sendo a mesma desde o primeiro dia de mandato: acordos políticos, distribuição de cargos e manutenção do poder a qualquer custo.
Com uma gestão marcada pela omissão, Jerônimo transforma escolas em palanques e confunde liderança com autoritarismo.
Ao atacar eleitores e não criminosos, o “governador” mostra que sua guerra nunca foi contra o crime e sempre foi contra o povo de bem desta imensa Bahia.
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