
Mesmo com cinco boletins de ocorrência, medida protetiva e a inclusão em um programa federal de proteção, a influenciadora Laura Sabino quase foi assassinada pelo próprio irmão dentro de casa, em Belo Horizonte. Foram nove facadas e uma tentativa de queimá-la viva. Tudo isso contra uma jovem de 25 anos, militante da esquerda, que estava estudando quando foi surpreendida com brutalidade. “Essa é uma postagem que nunca imaginei fazer”, escreveu ela ao tornar o caso público meses depois.
É mais um retrato de um Brasil onde o Estado é rápido em proteger criminosos, mas completamente ausente para quem denuncia e pede socorro.
Sabino já havia relatado ameaças por motivações políticas e familiares, e mesmo com provas registradas, seguiu desprotegida. Enquanto a esquerda no poder gasta bilhões em propaganda e segurança para seus aliados, brasileiros comuns seguem vulneráveis, reféns da omissão de um sistema falido.
Em vez de fortalecer a proteção de vítimas, o PT prefere cuidar de narrativas e proteger seus próprios.
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