
Nem a sexta-feira 13 espantou os fiéis que celebram Santo Antônio com oração, bênçãos e esperança. Na Paróquia da 911 Sul, em Brasília, a movimentação foi intensa durante todo o dia, com filas para confissões, missas e a tradicional distribuição do “pãozinho abençoado”. O costume atravessa séculos: muita gente guarda o pão nas despensas para garantir fartura o ano inteiro.
Outros seguem as simpatias mais ousadas… tem quem enterre o pão no quintal ou guarde ao lado da foto da pessoa amada.
A fama de casamenteiro veio depois de um milagre inusitado. Uma jovem italiana, sem dote para se casar, recebeu de Santo Antônio um bilhete. Ao colocá-lo na balança, o papel “pesou” o equivalente a 400 escudos de prata. A história correu o mundo e, desde então, o santo virou símbolo de quem busca amor ou abundância.
Canonizado apenas 11 meses após a morte, ele é lembrado também por sua generosidade com os pobres. “Doou todos os pães do convento e fez os cestos transbordarem”, diz a tradição.
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