
O Oriente Médio mergulhou de vez numa guerra aberta entre Israel e Irã, com ataques diários, destruição e centenas de civis mortos. Já são pelo menos 224 mortos no Irã e 24 em Israel em cinco dias de bombardeios que atingem diretamente áreas residenciais, instalações nucleares, bases militares e até prédios do governo. Imagens dramáticas mostram bolas de fogo sobre Teerã, onde Israel afirma ter “superioridade aérea total” e ter atingido 80 alvos apenas na noite de sábado, incluindo o Ministério da Defesa e depósitos de combustível.
Teerã está sitiada. A embaixada dos EUA avisou que não consegue ajudar americanos a deixarem Israel e orientou funcionários a se abrigarem em casa.
Trump, que participou do G7 na França, voltou às pressas a Washington, mas antes de partir, assinou a declaração que responsabiliza o Irã como “principal fonte de terror” na região. O texto afirma: “Israel tem o direito de se defender” e garante apoio total à segurança israelense.
Segundo Benjamin Netanyahu, os bombardeios de Israel atrasaram o programa nuclear do Irã por “um tempo muito, muito longo”, após os ataques às usinas de Natanz, Fordow e Isfahan. A AIEA confirmou danos severos à infraestrutura energética iraniana, incluindo o campo de gás de South Pars.
Já o Irã revidou com mísseis sobre Tel Aviv, Haifa e outras cidades.
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