
O pai de Juliana Marins desabafou nas redes sociais após a confirmação da causa da morte da filha: trauma contundente, com danos internos e hemorragia. Juliana caiu durante a escalada do Monte Rinjani, na Indonésia, e foi encontrada morta quatro dias depois.
“Filha, te amo demais, demais, demais. Cada vez mais a dor aumenta”, disse Manoel Marins, emocionado.
O corpo foi localizado por um drone, sem sinais de vida. Segundo a equipe de resgate, o terreno era íngreme e o mau tempo atrasou os trabalhos por horas. O translado do corpo até Niterói será bancado pela prefeitura da cidade.
Relatos apontam que Juliana chegou a gritar por ajuda após a queda, levantando suspeitas de que ela estivesse viva nas primeiras horas. A família foi informada pela Agência Nacional de Busca e Salvamento da Indonésia sobre as dificuldades do resgate, que durou quase 15 horas. “Não sei se vou conseguir trazer o corpo”, desabafou Manoel antes da confirmação da liberação dos documentos.
A dor pela perda inesperada virou comoção, e amigos criaram homenagens online. Juliana era publicitária e morava em Niterói.
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