
O cantor baiano Oruam foi indiciado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por associação ao tráfico de drogas e por manter vínculo com uma das organizações criminosas mais perigosas do Brasil: o Comando Vermelho. Segundo o inquérito, o artista “tem relação próxima com facção criminosa” e promove integrantes do CV em suas redes sociais.
As investigações revelam que Oruam, que tem mais de 2 milhões de ouvintes mensais nas plataformas, usava sua influência para exaltar criminosos e validar suas ações perante o público jovem, especialmente nas periferias.
O caso escancara a banalização da violência na indústria cultural brasileira e a conexão direta de artistas com o tráfico.
Enquanto isso, ONGs, influenciadores e políticos da esquerda fazem silêncio absoluto diante do escândalo. Ninguém fala em responsabilização. Ninguém se indigna. O mesmo artista que exaltava “marginal faccionado” agora enfrenta a Justiça, mas continua ativo nas redes sociais, protegido por um sistema que tolera tudo… desde que seja “politicamente correto”.
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