
O painel de monitoramento do Mais Médicos revela que ainda existem 2.659 cubanos atuando no programa, o que equivale a 10% dos 26.414 médicos ativos. Do total, 1.064 passaram pelo Revalida e têm registro no CRM, enquanto 1.593 seguem como “intercambistas”. Além de Cuba, há profissionais da Bolívia, Venezuela, Paraguai e Peru.
Criado a partir de uma proposta da ditadura cubana ao governo do PT, em 2012, o programa foi classificado pelo Departamento de Estado dos EUA como um esquema coercitivo de trabalho forçado, que funcionou com intermediação da Organização Panamericana de Saúde para evitar aprovação no Congresso.
Quatro médicos cubanos processam a Opas nos EUA, acusando a entidade de lucrar com tráfico de pessoas.
O governo americano chegou a revogar vistos de dois ex-funcionários brasileiros ligados à execução do programa, Mozart Sales e Alberto Kleiman, ambos sob comando de Alexandre Padilha: que admitiu ter participado das negociações sigilosas em Havana.
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