
Lula voltou a usar a ONU para atacar adversários internos e externos, mas o que chamou atenção foi a comparação indireta com Donald Trump. Enquanto o ex-presidente americano é perseguido pela Justiça nos EUA, Lula tenta posar de “líder global”, ignorando que aqui dentro amarga 51% de desaprovação, segundo a Quaest.
A cena expôs o contraste entre um governante que foge do povo e outro que ainda arrasta multidões mesmo sob pressão judicial.
Nos bastidores, diplomatas afirmam que o petista evita eventos abertos com receio de protestos. A ONU, palco histórico de discursos, virou abrigo para Lula se vender ao mundo, mas o discurso vazio não esconde a crise e o repúdio que cresce entre os brasileiros.
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