
A CPMI do INSS virou palco de confusão após o depoimento do lobista conhecido como “Careca do INSS”, apontado por Sergio Moro como o “Marcos Valério do Mensalão versão previdência”. Acusado de intermediar esquemas de corrupção em aposentadorias e benefícios, ele se recusou a responder perguntas do relator, o que gerou bate-boca e suspensão temporária da sessão.
O lobista afirmou ser inocente, mas não apresentou provas que sustentassem sua versão.
Paralelamente, a comissão aprovou o pedido de prisão preventiva do advogado Nelson Wilians, citado em delações e suspeito de ligação com o esquema. Estimativas da própria CPI indicam que fraudes podem ter causado rombo bilionário aos cofres do INSS, num sistema já sobrecarregado.
Para Sérgio Moro, o caso escancara a mesma engrenagem de corrupção que marcou os governos petistas e destruiu a confiança da população nas instituições.
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