
A votação preliminar no Senado dos Estados Unidos que aprovou o acordo para encerrar o “shutdown” marcou um passo importante: 60 senadores a 40 avançaram com o projeto que “preverá a extensão do financiamento do governo até 30 de janeiro de 2026”.
Com o impasse se arrastando, estima-se que a economia americana já vinha perdendo entre US$ 10 bilhões e US$ 15 bilhões por semana de paralisação.
A queda de braço entre os republicanos, que sustentam a agenda de Donald Trump, e os democratas, que exigem inclusão de subsídios ao sistema de saúde e outras cláusulas, deixou o governo praticamente parado e o crédito dos EUA em xeque.
Para o Brasil a notícia pode soar distante, mas o impacto se reflete: a paralisação nos EUA arrasta cadeias globais, câmbio e confiança internacional. Com o dólar oscilando e os mercados em alerta, reafirma-se que governos travados não apenas penalizam funcionários públicos e cidadãos, mas contaminam a economia global.
Agora cabe à Câmara dos Representantes aprovar o texto e ao presidente americano sancioná-lo… se isso acontecer, será uma vitória para os aliados de Trump, mas se não, o impasse pode voltar com tudo.
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