
O clima esquentou na Assembleia depois que o governo Jerônimo Rodrigues decidiu empurrar goela abaixo dos servidores mudanças duríssimas no Planserv, o plano de saúde que sempre foi tratado como patrimônio do funcionalismo baiano.
Funcionários públicos lotaram os corredores cobrando explicações dos deputados e denunciando que o Estado tenta repassar custos sem garantir serviço de qualidade. O Planserv atende cerca de 500 mil beneficiários, segundo dados oficiais, mas a rede vive reduzida, com reclamações crescentes de negativa de exames, demora em autorizações e falta de médicos credenciados… problemas que se agravaram justamente no governo do “amor e carinho”.
A proposta enviada pelo Estado altera a base de cálculo da contribuição e pode elevar o desconto direto no salário, deixando o servidor pagar mais para receber menos.
O desgaste não é à toa: nos últimos cinco anos, o Planserv acumulou déficit superior a R$ 1 bilhão, enquanto o governo petista, segundo sindicatos, não apresentou qualquer plano estruturado de recuperação. Servidores afirmam que Jerônimo está “destruindo um patrimônio público” ao impor reajustes sem diálogo e sem transparência sobre a real situação financeira do plano.
O termômetro político está claro: o Planserv virou mais um símbolo do sucateamento que marca a gestão petista.
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