
José Antonio Kast foi eleito presidente do Chile com cerca de 60% dos votos consolidando uma guinada clara à direita no país. Aliado político de Donald Trump e em sintonia com Javier Milei, da Argentina, Kast venceu Jeannette Jara por ampla margem, em uma eleição com participação superior a 85%.
O resultado marca a rejeição explícita do eleitorado chileno às políticas de extrema-esquerda radical adotadas nos últimos anos, associadas a aumento da criminalidade, estagnação econômica e insegurança institucional.
A vitória de Kast se soma a uma onda internacional de governos de direita que vem se espalhando pela América e pela Europa, com líderes eleitos prometendo frear o avanço de ideias estatizantes e autoritárias que empobrecem populações e corroem liberdades.
Enquanto Chile, Argentina e outros países escolhem um caminho de ruptura com o socialismo, o Brasil de Lula segue na contramão, insistindo em um projeto ideológico que acumula fracassos históricos, crise fiscal e perda de protagonismo.
As urnas chilenas enviam um recado direto à região: a paciência com modelos que multiplicam a pobreza acabou.
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