
Nos bastidores de 2026, o PT da Bahia vive um jogo pesado. Rui Costa já deixou claro que “não tem essa de chapa puro-sangue” e, ao fazer isso, puxou o tapete do senador Angelo Coronel sem cerimônia, sinalizando que a parceria com o PSD de Otto Alencar ficou em segundo plano. Ao mesmo tempo, o próprio Rui admite modelos “até de regime europeu de votação”, enquanto define data para deixar o ministério e entrar de vez na disputa pelo Senado.
Do outro lado, Jerônimo Rodrigues, seu sucessor incompetente, pede cautela em público, mas nunca desceu dos palanques: largou o Estado e passou a rodar o interior em assédio direto a prefeitos e vereadores, oferecendo cargos e espaços em troca de apoio político, como se governar fosse detalhe.
O resultado dessa política permanente aparece nos números.
Após 20 anos de PT, a Bahia segue entre os estados com piores indicadores do país, especialmente em violência e insegurança, segundo levantamentos recorrentes do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e dados oficiais da própria SSP-BA. Sob Jerônimo, os índices pioraram, a sensação de abandono cresceu e o governo parece mais preocupado com arranjos eleitorais do que com saúde, emprego e segurança.
A leitura nas ruas é direta: enquanto o PT discute chapa, a Bahia paga a conta.
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