
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, decidiu se alinhar publicamente a Lula para condenar a captura do ditador Nicolás Maduro, acusado de fraude eleitoral e de crimes contra o próprio povo. Em redes sociais, Jerônimo classificou a operação como “ataque à soberania da Venezuela” e afirmou estar “monitorando a situação de baianos no país”, mesmo diante de denúncias internacionais que apontam o regime chavista como responsável por perseguições políticas, colapso institucional e repressão violenta.
Dados da ONU indicam que mais de 7,7 milhões de venezuelanos deixaram o país desde 2015, no maior êxodo da história recente da América Latina, reflexo direto do modelo defendido por aliados chefe do cartel narco Los Soles, Nicolás Maduro.
A reação do governador expõe, mais uma vez, a disposição do PT em defender regimes autoritários quando estes se colocam como parceiros políticos. Enquanto os Estados Unidos afirmam ter agido contra um governo ligado ao narcotráfico e a organismos criminosos, Jerônimo preferiu condenar a ação e repetir o discurso da esquerda continental.
Relatórios de agências internacionais e investigações jornalísticas apontam o chamado Cartel de los Soles como estrutura ligada ao alto escalão venezuelano, com impacto direto na segurança regional.
Ainda assim, o governo da Bahia opta por relativizar crimes e atacar quem enfrenta ditaduras, reforçando a percepção de que, para a esquerda, a ideologia fala mais alto que a democracia e os direitos humanos.
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