
A Venezuela entrou numa nova fase de instabilidade política após a captura de Nicolás Maduro, confirmada por veículos internacionais e repercutida por portais brasileiros. Com o vácuo de poder, Delcy Rodríguez foi empossada como líder interina, decisão que acirrou a reação da oposição.
Segundo organizações de direitos humanos citadas pela imprensa internacional, o regime deixou mais de 300 presos políticos e acumula denúncias formais de tortura sistemática, perseguição a adversários e censura à imprensa.
A líder opositora María Corina Machado voltou ao centro do debate ao classificar Delcy como “arquiteta da tortura”, frase repercutida por jornais no Brasil e no exterior. Nos Estados Unidos, aliados de Donald Trump admitem que não há diálogo direto com María Corina desde outubro, o que amplia a incerteza sobre os próximos passos internacionais.
Enquanto isso, dados de organismos multilaterais apontam que mais de 7 milhões de venezuelanos já deixaram o país na última década, evidenciando o colapso social e econômico que segue sem solução clara.
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