
A grande maioria dos líderes que mantiveram por séculos relações carnais com Luiz Inácio Lula da Silva atravessam os piores momentos da sua vida política.
Cristina Fernández de Kirchner, vice-presidente e ex-presidente da Argentina, cumpre prisão domiciliar por condenação em casos de corrupção, mantendo intensa disputa legal e política no país vizinho, onde Lula já se manifestou em apoio público à sua causa.
No Equador, Rafael Correa, ex-presidente entre 2007 e 2017, vive em autoexílio na Bélgica, enquanto enfrenta sentença de oito anos por corrupção e mandados de prisão por diferentes processos judiciais, sendo considerado foragido pela Justiça equatoriana por não ter se apresentado às autoridades.
Na Bolívia, Evo Morales…. o primeiro líder indígena do país; lida com mandados de prisão em seu nome relacionados a acusações graves, incluindo abuso de menores e tráfico de pessoas. Apesar de não estar detido, ele tem evadido a ação policial e, por vezes, ficado praticamente “fora de alcance”.
Figuras como o narcoditador Nicolás Maduro e, em outras esferas, líderes internacionais como o Aiatolá Ali Khamenei enfrentam seus próprios desafios políticos e geopolíticos, presos ou mortos por forças militares americanas.
A situação de cada um desses aliados de Lula reflete o tipo de esquerdopata idolatrado pela petezada.
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