
O cenário político da Bahia começa a ganhar contornos mais claros para 2026, e o contraste é evidente: enquanto o grupo do governador Jerônimo Rodrigues (PT) ainda enfrenta dificuldades para fechar chapas e organizar sua base, a oposição liderada por ACM Neto já intensifica agendas pelo interior e articula alianças estratégicas. Segundo informações do Informe Baiano, Neto deve percorrer ao menos quatro cidades ao lado de nomes de João Roma e Angelo Coronel, além de avançar nas negociações com o prefeito de Jequié, Zé Cocá.
A indefinição no grupo governista chama atenção. Mesmo com a máquina estadual e mais de R$ 50 bilhões de orçamento anual, o governo ainda não conseguiu consolidar alianças políticas sólidas para 2026, enfrentando o que aliados já classificam como um “apagão político”. A dificuldade em acomodar partidos da base e definir nomes para vice e Senado tem travado decisões estratégicas, enquanto lideranças começam a se movimentar de forma independente.
Do outro lado, a disputa ao Senado promete ser um dos pontos mais acirrados da eleição. O senador Angelo Coronel já admite publicamente a possibilidade de confronto direto com Jaques Wagner.
A movimentação intensa da oposição, com agendas regionais e construção antecipada de palanques, reforça a percepção de que a corrida eleitoral na Bahia começou antes do previsto.
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