
O desembargador Ricardo Couto de Castro, que assumiu interinamente o governo do Rio de Janeiro, afirmou à Folha nesta segunda-feira (23) que um presidente de tribunal não está preparado para ser governador. Segundo ele, a função exige uma visão mais ampla e estratégica, não apenas a legalista, como a de um magistrado.
Essa declaração acende um alerta sobre a instabilidade política no estado, que ainda vive o desfecho de uma cadeia de ações envolvendo afastamentos, prisões e planos que estão sendo desfeitos. A incerteza sobre quanto tempo Couto de Castro ficará no comando e o futuro político de Rodrigo Bacellar, que pode perder o posto, aumenta o clima de crise e insegurança em um RJ dividido e em plena turbulência.
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