
O debate sobre a vaga de vice na possível chapa de reeleição de Jerônimo Rodrigues escancarou o racha dentro da base governista. Enquanto o senador Jaques Wagner tenta segurar o MDB na composição, defendendo a manutenção da chapa eleita em 2022, o próprio Jerônimo já sinalizou abertura para novos nomes, como o deputado federal Elmar Nascimento.
A vaga de vice já teria sido oferecida a diversos nomes com mandato, e até agora ninguém quis assumir, o que expõe a dificuldade do governo em fechar sua própria estratégia eleitoral.
A reação do prefeito Bruno Reis, ao minimizar a aproximação entre Elmar Nascimento e a petezada baiana, reforça o cenário de desconfiança geral: “todo mundo conversa”, disse, sinalizando que o jogo ainda está aberto.
O problema é que, mesmo com articulações em curso, cresce a percepção de que Jerônimo não consegue nem consolidar a própria chapa, refletindo um governo pressionado, com aliados divididos e sem direção clara.
A indefinição sobre o vice virou símbolo de um grupo que já não consegue alinhar discurso nem estratégia… e isso começa a pesar no ambiente político da Bahia.
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