
O basquete mundial perdeu um dos seus maiores nomes nesta sexta-feira (17): Oscar Schmidt morreu aos 68 anos após complicações de saúde, encerrando uma trajetória que atravessou gerações e colocou o Brasil no mapa do esporte.
Dono de mais de 49 mil pontos na carreira, número que supera até lendas da NBA; o “Mão Santa” virou símbolo de talento, resistência e uma relação intensa com o jogo, mesmo longe da principal liga do mundo.
Oscar brilhou em cinco Olimpíadas (1980 a 1996), sendo o maior cestinha da história do torneio com 1.093 pontos, marca que permanece intocada. Sua decisão de não jogar na NBA, para seguir defendendo a seleção brasileira em uma época em que atletas da liga eram proibidos nos Jogos, sempre alimentou debates e bastidores.
Nos últimos anos, enfrentou um câncer no cérebro com a mesma coragem que mostrava em quadra, tornando-se também referência fora dela.
A morte de Oscar não é só uma despedida… é um choque de realidade: o Brasil perdeu um ícone raro, daqueles que não aparecem duas vezes.
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