
A reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terminou cercada de críticas da direita brasileira e americana após o cancelamento inesperado da coletiva conjunta na Casa Branca. O encontro durou quase três horas, mas Lula deixou o local sem aparecer ao lado de Trump para responder perguntas da imprensa, quebrando o protocolo esperado para uma agenda desse porte.
Nas redes sociais, influenciadores, jornalistas conservadores e parlamentares de direita classificaram a atitude como uma tentativa de evitar desgaste público diante do republicano, conhecido pelo estilo duro e confrontador em entrevistas ao vivo.
Em redes sociais, usuários passaram a compartilhar vídeos e análises de meios de comunicação americanos como Fox News e CNN apontando que Lula utilizou “artimanhas políticas” para escapar de um possível constrangimento internacional.
O descondenado petista Lula teria preferido uma saída discreta para evitar comparações negativas com outros líderes mundiais que já enfrentaram situações desconfortáveis diante de Trump.
A ausência da coletiva alimentou ainda mais o discurso da oposição de que o petista chegou fragilizado politicamente ao encontro, principalmente em meio ao crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas e às recentes derrotas do governo em Brasília.
Apesar das críticas, Trump evitou elevar o tom publicamente e chegou a chamar Lula de “homem bom” e “inteligente” após a reunião. Ainda assim, continuaram tratando o encontro como uma tentativa calculada do governo brasileiro de minimizar riscos políticos e evitar cenas de desgaste mundial transmitidas ao vivo.
Certo é que Lula preferiu um encontro fechado, controlado e sem improvisos diante de um presidente americano que costuma transformar coletivas em arenas políticas internacionais.
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