
Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado escancarou mais um retrato duro da segurança pública na Bahia: 60% das unidades prisionais baianas operam acima da capacidade, enquanto o número de fugas disparou de 21 em 2023 para 96 em 2024, um salto de 357%. A reportagem exibida pela BATV mostrou ainda excedente de presos em unidades como Feira de Santana, Salvador e Juazeiro, reforçando a pressão sobre um sistema que já funciona no limite.
O dado é grave porque não fala apenas de presídio cheio, mas de um governo que perdeu o controle também dentro das cadeias.
Sob Jerônimo Rodrigues, a Bahia convive com violência nas ruas, facções avançando e agora vê o próprio sistema prisional aparecer como mais um ponto crítico da crise de segurança pública que se arrasta depois de 20 anos de governos petistas no estado.
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