
A morte de uma turista holandesa após contrair hantavírus na Argentina reacendeu o alerta mundial sobre a doença transmitida principalmente por fezes, urina e saliva de roedores silvestres, especialmente na região da Patagônia. O caso aconteceu após a mulher visitar a cidade argentina de Ushuaia, conhecida como “fim do mundo”, e levou autoridades da França a hospitalizarem preventivamente pessoas que tiveram contato direto com ela.
Apesar do susto e da repercussão internacional, especialistas afirmam que o vírus Andes, variante identificada na América do Sul, é muito diferente da Covid-19 e não apresenta potencial para causar uma pandemia global em larga escala.
Segundo dados de autoridades sanitárias argentinas, o hantavírus possui taxa de mortalidade que pode superar 30% em alguns casos, mas a transmissão entre humanos é considerada rara e limitada, ocorrendo apenas em situações muito específicas.
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