
A Polícia Civil de São Paulo e a Polícia Federal apontaram que o homem investigado como maior ladrão de livros raros do Brasil teria articulado o roubo de obras valiosas da Biblioteca Mário de Andrade, uma das mais importantes do país, com acervo superior a 3 milhões de itens. O suspeito já vinha sendo monitorado há anos por envolvimento em furtos de manuscritos, mapas e livros históricos avaliados em milhões de reais.
As investigações mostram que o esquema utilizava falsificação de documentos, circulação clandestina e venda para colecionadores, enquanto parte do patrimônio cultural brasileiro simplesmente desaparecia dos arquivos públicos.
O caso reacendeu críticas sobre a fragilidade da segurança em instituições culturais do país e virou assunto nas redes após detalhes da operação serem revelados em rede nacional.
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