
Lionel Messi não está apenas jogando mais uma Copa do Mundo: está atropelando a história. Na vitória dramática da Argentina por 3 a 2 sobre Cabo Verde, após a prorrogação, nesta sexta-feira (3), em Miami, o camisa 10 chegou ao seu 20º gol em Copas, ampliou o recorde como maior artilheiro da história do torneio e ainda assumiu a liderança da Chuteira de Ouro da edição de 2026, agora com sete gols.
A Associated Press destacou outro dado absurdo: Messi marcou pelo oitavo jogo seguido em Copas e soma 12 gols nas últimas oito partidas de Mundial, números que transformam sua reta final de carreira em uma afronta ao calendário, à idade e aos rivais.
A imprensa mundial tratou a atuação como mais um capítulo de eternidade. A Reuters registrou que Messi também aumentou o recorde de partidas disputadas em Copas ao começar como titular contra Cabo Verde, enquanto o The Guardian classificou o jogo como um duelo eletrizante, com a atual campeã sendo empurrada até o limite por uma seleção estreante, corajosa e organizada.
Ou seja: não foi passeio, não foi jogo protocolar, não foi vitória confortável. Foi Messi, mais uma vez, no meio do incêndio, segurando uma Argentina pressionada, cansada e perto de protagonizar uma das maiores zebras da história recente dos Mundiais.
O que os grandes portais disseram, em resumo, é que Messi ainda manda na Copa.
A AP enfatizou a artilharia, a sequência histórica de gols e a liderança individual do torneio; a Reuters colocou o argentino novamente no centro dos recordes; o GE destacou a ampliação da marca como maior goleador da história das Copas; e a CNN Brasil reforçou que ele segue acumulando feitos em campo, mesmo aos 39 anos.
Cabo Verde saiu gigante pela coragem, mas a manchete global voltou a ter o mesmo nome de sempre: Lionel Messi, o jogador que envelhece, mas se recusa a sair do trono.
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