Guerra entre EUA e Irã ameaça combustíveis e pode pesar no bolso do brasileiro; entenda

Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

A nova escalada militar entre Estados Unidos e Irã já pressiona o mercado internacional de petróleo e acende um alerta muito além do Oriente Médio. Com ataques retomados, bloqueio naval norte-americano e queda na circulação de navios pelo Estreito de Ormuz, o barril do Brent permaneceu nesta quinta-feira, 16 de julho, perto de US$ 85, uma das maiores cotações do último mês.

Antes da guerra, aproximadamente um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito negociados no mundo passava pela região, considerada uma das rotas energéticas mais importantes do planeta.




Para o brasileiro, o primeiro risco aparece nos preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha, embora qualquer reajuste não seja automático. A Petrobras define apenas uma parte do valor final dos combustíveis, que também inclui biocombustíveis, impostos, custos de distribuição e margens dos postos.

Caso o petróleo continue subindo e o dólar também seja pressionado, o efeito pode chegar ao transporte de cargas, às passagens aéreas, aos alimentos e à inflação, já que boa parte da produção nacional depende do diesel para sair das fábricas e do campo até os supermercados.







Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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