
Uma fotografia do zagueiro Cacá com pontos no queixo virou o principal símbolo da revolta do Vitória após a goleada por 4 a 0 sofrida diante do Palmeiras, na noite de quarta-feira (29), no Barradão. Antes das expulsões de Cacá e Luan Cândido, o defensor rubro-negro foi atingido pelo braço de Maurício em uma disputa aérea, mas o jogador palmeirense recebeu apenas cartão amarelo.
O comentarista de arbitragem PC Oliveira avaliou que o atleta do Palmeiras deveria ter sido expulso. Pouco depois, o VAR chamou o árbitro Alex Gomes Stefano para revisar uma entrada de Cacá em Jhon Arias, que terminou em vermelho direto.
Antes do reinício, Luan Cândido também foi expulso após fazer um gesto interpretado como sinal de roubo para a arbitragem.
Com nove jogadores desde o fim do primeiro tempo, o Vitória não resistiu e sofreu gols de Maurício, Jhon Arias, Ramón Sosa e Fabiano Souza, contra. Após a partida, o presidente Fábio Mota afirmou que Cacá levou “cinco pontos no queixo”, declarou que a arbitragem “desequilibrou a partida completamente” e anunciou que o clube apresentaria uma representação.
O Vitória também divulgou manifestação oficial de “indignação e revolta” contra a atuação do árbitro de campo e do responsável pelo VAR.
Além da derrota, o Rubro-Negro perde Cacá e Luan Cândido por suspensão automática, aumentando o impacto de uma noite que começou equilibrada e terminou em goleada, protestos e forte discussão sobre os critérios adotados pela arbitragem.
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