Solução paliativa: “Buraco do Jero” coberto com brita e concreto após 44 dias

IA

O “Buraco do Jero” finalmente desapareceu da superfície da BR-324 depois de mais de 40 dias de transtornos, congestionamentos, memes e exploração política. A cratera surgiu em 7 de julho, no km 604, em Simões Filho, e chegou ao 44º dia do episódio transformada em um dos assuntos mais inesperados da campanha baiana: ganhou marcador no Google Maps, virou “ponto turístico” em uma provocação de adversários e foi parar até no confronto entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues.

Segundo informações divulgadas pela campanha do governador e repercutidas nesta quarta-feira (19), o reparo superficial foi concluído e as três faixas ficaram disponíveis para o tráfego.

A rodovia, porém, é federal e a execução das intervenções está sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, o DNIT.

A parte mais importante da história, no entanto, continua escondida debaixo do asfalto. Após sondagens, estudos geofísicos e inspeções, o DNIT concluiu que a circulação de água no aterro criou vazios subterrâneos e decidiu construir um novo bueiro para melhorar o escoamento, além de injetar material cimentício para preencher os espaços existentes; até agora, não existe data definitiva para a conclusão dessas medidas.




O “Buraco do Jero” acabou produzindo um desgaste que poderia ter sido evitado: embora a responsabilidade operacional seja federal, Jerônimo entrou diretamente na controvérsia depois que declarações sobre a situação da rodovia passaram a ser confrontadas por adversários com imagens do trecho ainda problemático.







Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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