
Flávio Bolsonaro levou o caso do Banco Master à coletiva que concedeu nesta quarta-feira (28), em Washington. Ao responder a uma pergunta sobre a viagem, o senador defendeu a instalação de uma CPI e afirmou: “Eu desafio o governo Lula a colocar sua base pra pressionar o presidente do Congresso pra que ela seja instalada”.
Na resposta, Flávio mencionou Augusto Lima, empresário baiano ligado à origem do Credcesta e ex-sócio do Banco Master. “Muita gente está esquecendo de falar desse nome, foi onde tudo começou”, disse. O Credcesta começou como um cartão consignado para servidores públicos na Bahia, em 2018, e foi levado ao Banco Master em uma parceria posterior. revista piauí
O senador também afirmou que Lula teria de explicar reuniões fora da agenda com Daniel Vorcaro e Augusto Lima. “Ele é que tem que explicar o que ele foi fazer em mais de sete ou oito reuniões fora da agenda, não só com Vorcaro, mas com Augusto Lima, da Bahia”, declarou. Flávio questionou ainda se Lula seria “conselheiro”, “sócio” ou “só amigo” dos dois.
Ao cobrar informações sobre o caso, Flávio perguntou: “Cadê o Augusto Lima? Cadê o vazamento do que ele falou em seus depoimentos? Cadê os conteúdos dos celulares de Augusto Lima?”. As declarações foram feitas pelo senador durante críticas ao governo e à condução das investigações; ele não apresentou, na coletiva, provas para sustentar as acusações que dirigiu a Lula.
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