
Em sessão ordinária na tarde de quarta-feira (24), na Câmara, o líder do DEM, vereador Alexandre Aleluia, manifestou repúdio aos atos de vandalismo e ataques contra os Ministérios da Agricultura e da Fazenda em Brasília durante manifestação intitulada de ‘Ocupa Brasília’ promovida pelas centrais sindicais, movimentos sociais ligados aos partidos de esquerda que são contra as reformas do governo de Michel Temer e pedem a renúncia do presidente em defesa de ‘Diretas Já’.
O vereador Aleluia, indignado, usou a tribuna para discursar contra os ataques e criticou o Partido dos Trabalhadores (PT), as centrais sindicais e movimentos sociais envolvidos de terem patrocinado essa ofensiva contra duas instituições do governo Temer.
“Eu fiquei abismado com dois ministérios incendiados em Brasília, o da Fazenda e do da Agricultura. Felizmente, a Polícia Militar de Brasília conseguiu conter os invasores ligados, obviamente, pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e os demais partidos. Isso sim que é dividir o país. Isso é fruto de 13 anos de programa ideológico e cultural aplicado pelo Partido dos Trabalhadores. Realmente, esse não é o partido da tortura, é o partido da baderna que ataca ministérios. Isso é um absurdo. Fica o meu repúdio a esse tipo de prática que o Brasil não pode aceitar”, repudia Aleluia.
Conforme estimativa da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal, protestaram em Brasília na quarta-feira (24) contra o presidente Michel Temer (PMDB), em ato intitulado de ‘Ocupa Brasília’ que teve tumulto entre policiais e manifestantes durante ato convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Força Sindical e outros sindicatos de várias partes do Brasil e confronto com a Polícia Militar com direito a bombas de gás e de efeito moral, feridos, prisões e ao menos três ministérios incendiados e outros depredados.
A manifestação foi convocada por centrais sindicais como a CUT (Central Única dos Trabalhadores), partidos de esquerda como PT, PSTU, PCdoB e PSOL, movimentos sociais como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e organizações de esquerda como as frentes Povo sem Medo e Brasil Popular.
Os confrontos e depredações nas ruas levaram o presidente Michel Temer a assinar um decreto chamado GLO (Garantia da Lei e da Ordem), autorizando o uso das Forças Armadas para conter os manifestantes. Ao menos 1.200 homens do Exército foram colocados imediatamente nas ruas. O decreto, que vale por uma semana, foi duramente criticado por deputados e senadores e levou à bate-bocas, empurrões e suspensão de votações na Câmara e no Senado.
Rafael Santana com informações do Site Veja/Abril
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