
Para o vereador Igor Kannário a cultura deve ser dividida segundo a sua origem e não de acordo com o seu valor ou conteúdo. A cultura não está sujeita a origem ou votação. A cultura é ciência, arte e filosofia de uma comunidade. Cultura popular é isso também. Não existe outro tipo de cultura. Qual o motivo para dividir ainda mais a nossa cidade segundo a origem, vereador Kannário?
Não obtive resposta do vereador humanista. Os profissionais de comunicação da Casa não temos acesso ao nobre edil, ele nos despreza. Simples assim.
“A cultura é uma só. Não existe a cultura da favela, existe a cultura”, disse o vereador Alexandre Aleluia, quem votou contra o projeto 980/17. Concordo com ele 100%.
Inicialmente esses personagens ditos populares passavam despercebidos por não influenciarem tanto no movimento diário da terceira capital do país. “Ele não faz mal a ninguém, deixa o cara cantar”, afirmavam uns. Outros até elogiavam com frases do tipo “ele é gente boa, o ritmo é bom e não incomoda ninguém”. De repente o artista em questão decidiu lançar a sua candidatura ao Parlamento Municipal. Foi um alerta do que viria a futuro: deboche a colegas vereadores, ofensas à Polícia Militar, desrespeito a profissionais de comunicação, ameaça de perseguição caso “vire deputado federal” e crítica ao Executivo Municipal.
Lá em casa meus avos afirmavam que o “Diabo tem cara de bobo”. Estamos numa época em que os bobos estão decidindo assuntos políticos importantes…
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