
ACM Neto voltou com força total ao interior da Bahia e tem feito o que o governador Jerônimo Rodrigues não consegue: ouvir o povo de perto. Em menos de dois meses, o ex-prefeito de Salvador passou por pelo menos oito cidades, denunciando a tragédia que o PT transformou o estado.
Em Lagoa Real, por exemplo, ele escancarou o descaso com os pacientes de câncer: “o Governo da Bahia fechou as portas para pacientes com câncer”, disse Neto, referindo-se ao caos na Unacon de Caetité. A resposta do governador? Piada: reclamou do chapéu que Neto usou na vaquejada.
Enquanto o povo morre sem atendimento, Jerônimo prefere brincar de fiscal de figurino.
Na visita a Santo Antônio de Jesus, Neto foi claro: “a oposição foi convocada pelo povo” para retomar o rumo da Bahia. Em Ourolândia, ao lado de Ronaldo Caiado, ele denunciou “a ausência de políticas públicas para o semiárido”, um dos tantos crimes de omissão da esquerda baiana.
Em Conquista, o episódio vergonhoso protagonizado por Rui Costa, que pressionou a prefeita Sheila Lemos a abandonar o palanque de Neto, mostrou o desespero do PT. Nem o ministro da Casa Civil consegue disfarçar a arrogância da velha política petista, que há 20 anos afunda a Bahia na violência, no desemprego e no caos da saúde.
Enquanto Jerônimo finge governar, ACM Neto segue reunindo prefeitos, deputados e militantes, num movimento que só cresce.
Se depender do povo, ele já está convocado. Agora só falta oficializar.
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