
ACM Neto chega a 2026 como o nome mais competitivo da oposição para disputar o governo da Bahia e encerrar um ciclo que já dura 20 anos de PT no poder. Com base política consolidada, presença forte no interior e lembrança positiva de gestão em Salvador, Neto reúne hoje condições reais de vencer a eleição e virar a chave do estado.
O desgaste acumulado do governo atual, especialmente em áreas sensíveis como segurança pública, saúde e emprego, abriu um espaço que a oposição não tinha em eleições anteriores. Não é por acaso que, na sua imensa maioria, o eleitor baiano considera Jerônimo Rodrigues o pior governador da história.
O cenário é ainda mais simbólico porque uma vitória de ACM Neto teria efeito triplo: além de tirar o PT do comando do Estado, atingiria em cheio as duas maiores lideranças petistas da Bahia, Jaques Wagner e Rui Costa.
Com um único movimento eleitoral, Neto irá aposentar politicamente Jaques Wagner, hoje senador e líder do Governo na Câmara Alta, sem o mesmo peso de outrora, e Rui Costa, ex-governador que carrega o desgaste de um legado cada vez mais questionado pela população.
Será o fim de um ciclo que vem destruíndo a Bahia por duas décadas com gestões petistas totalmente bisonhas.
A leitura é clara: se mantiver a estratégia, ampliar alianças e explorar o contraste entre resultados e discurso, ACM Neto tem hoje a melhor chance em anos de promover uma mudança histórica na Bahia. Não se trata apenas de ganhar uma eleição, mas de redefinir o jogo político estadual, desmontar o projeto petista e reposicionar o estado em outra direção.
Para o eleitor cansado das promessas repetidas, 2026 surge como a oportunidade de virar a página de vez.
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