A petezada perdeu mais uma na Justiça Eleitoral desta vez por divulgar “fake news” querendo associar ações e críticas do governo Bolsonaro ao pré-candidato ACM Neto. O departamento jurídico de ACM Neto alegou que a publicação “passa uma mensagem falsa ao eleitorado, pois já é pública a posição contrária ao Governo Federal adotada pelo pré-candidato do partido representante, bem como já teria declarado apoio ao nome do deputado federal pernambucano Luciano Bivar como pré-candidato ao Palácio do Planalto”.
Para a desembargadora eleitoral Zandra Anunciação Alvarez Parada, a justificativa é de que “o contexto apresentado aponta para a plausibilidade da tese jurídica invocada na exordial, com potencial para provocar desequilíbrio de oportunidades no pleito, tendo em vista que a publicação guerreada, nos moldes em que apresentada, demonstrando, a priori, o único objetivo de criar circunstância desabonadora da imagem do pré-candidato vinculado ao partido demandante, quando o associa ao projeto político que, nos dizeres da postagem, estaria gerando mazelas sociais”.
Em nota à imprensa, a petezada fala em “direito de expressão e não de propaganda eleitoral, devendo o pré-candidato em questão explicar ou confirmar aos eleitores quais são suas relações com o Presidente da República.”

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