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ACM Neto pretende criar programa Salvador Emprego para superar crise e falta de oportunidades na cidade

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Na última semana decisiva das eleições, o prefeito e candidato ACM Neto (DEM) evita o embate com os adversários para manter e preservar a imagem política e a da sua atual gestão na prefeitura, mas faz questão de não poupar discurso em defesa da atual administração municipal. O prefeito considera que o alto índice de desemprego de Salvador foi ocasionado pela crise econômica nacional.

Conforme o prefeito, a crise nacional levou quase 40% dos prefeitos a desistir da reeleição. “Estão desesperados, tomados por crise. Prefeitos atrasando folha de pagamento, fornecedores, sem perspectiva de pagar o 13º. Isso não existe em Salvador”, assegura.

“O PT que explodiu a economia do Brasil e o estelionato eleitoral cometido por Dilma que trouxe tudo isso. O recorde de desemprego não é só em Salvador. É na Bahia, que cresceu na mesma proporção, e por tanto é preciso indagar das autoridades que estão, não como eu há três anos, mas que governam a Bahia há dez anos”, argumentou ao completar que a prefeitura tem atuado no sentido de abrandar a situação. “Eu queria ver Salvador enfrentar essa crise econômica com a gestão do passado. Com a desordem administrativa, caos financeiro, desequilíbrio das contas públicas. Aí eu queria ver”.

Ao contrário do cenário econômico desfavorável no país e das críticas dos opositores sobre a crise econômica em Salvador, Neto disse que a sua administração tem ido na contramão da conjuntura econômica nacional. “Nós, com as obras da prefeitura e com a ampliação de serviços públicos, especialmente na educação e saúde, criamos 50 mil empregos. Fruto do trabalho direto da prefeitura. Fizemos um cálculo somando cada obra, quantos empregos cada obra gerou, mais a ampliação de serviços públicos nas quais se destacam 3,6 mil novas vagas na saúde e 3,5 mil novas vagas na educação. Se não fosse isso estaria muito pior”, pontua ao adiantar que planeja a criação do programa intitulado Salvador Emprego.

“Eu poderia ter lançado agora, mas não queria ser acusado de objetivos eleitoreiros, para não fazer um programa muito importante perder força por conta do debate político”, justificou.

“Se Deus quiser a gente ganhando a eleição agora em outubro, logo em seguida eu vou apresentar a Salvador esse programa Salvador Emprego, que tem como base o novo PDDU e a nova Louos com objetivo de aproximar o emprego da moradia e fomentar a criação de empregos nas áreas mais pobres de Salvador por meios de incentivos fiscais que vão ser concedidos progressivamente. Quanto mais emprego um novo empreendimento gere, maior será o incentivo fiscal que ele vai ter”, explica o prefeito.

Sobre a questão do IPTU, Neto disse que sua administração trabalhar para redução de impostos na cidade. “A discussão agora em Brasília é aumentar imposto, não reduzir. No nosso caso aqui, estou preparando um pacote que vai sinalizar a redução de impostos”, anunciou, otimista, e concluiu dizendo que a oposição, sobretudo o PT, pena com um amargo desprestígio nessas eleições: “Se você for avaliar, o PT que sempre foi um dos maiores partidos da Bahia, não foi capaz, sequer de lançar um candidato em Salvador. O preço já está pago. Agora, não me cabe aqui fazer conjecturas a respeito do que ainda pode acontecer, no futuro do partido, não chegaria aqui para dizer que ninguém do PT presta, não”.

Quanto a Orla, ACM Neto lembrou também sobre o processo de requalificação no local. “Nós discutimos o modelo que está em fase de aperfeiçoamento, ainda não está perfeito, que é o modelo dos quiosques. Alguns já estão funcionando, como no Rio Vermelho e nas Orlas de Itapuã e Piatã, outros sendo implantados, como na orla do Subúrbio, da Ribeira”, disse.

Foto: Valter Pontes/AGECOM

 

Sobre Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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