
Pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto afirmou que a escolha do vice não é motivo de tensão, mas de estratégia. “Não é um problema, é uma solução”, disse ao comentar os nomes ventilados. Na visão de Neto, todos os citados “são nomes bons” e fazem sentido dentro de um perfil já definido: “Eu quero alguém que tenha presença forte no interior, presença política forte no interior”.
Neto explicou que o vice ou a vice terá papel central na articulação.
“Eu sou uma pessoa da política, mas eu gosto muito de fazer gestão. A minha dedicação, a minha obsessão vai ser encarar os problemas da Bahia. Então é importante ter alguém na vice que some com a política.”
Entre os nomes lembrados publicamente estão Zé Ronaldo, Zé Cocá, Pablo Roberto, Sheila Lemos, Isaac Carvalho, Zito Barbosa e Ricardo Maia.
Neto reforçou que a decisão não será isolada. “É uma escolha que eu tô compartilhando com os partidos e com as lideranças políticas.” Ele destacou ainda que, caso o escolhido ocupe cargo no Executivo, poderá ser necessário renunciar até o prazo legal de desincompatibilização.
Pela legislação eleitoral, as filiações e eventuais renúncias devem ocorrer até 4 de abril, seis meses antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, conforme calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Sobre Zé Cocá, prefeito reeleito de Jequié, Neto foi direto: “Reúne as melhores condições? Não tenha dúvida.” Mas ponderou que não é decisão simples. Já sobre Zé Ronaldo, prefeito de Feira de Santana, relatou: “Ele diz uma coisa: ‘Neto, eu não poderia cogitar isso sem que fosse uma vontade muito grande do povo de Feira’.” E completou: “A gente tem até o final do mês pra avaliar o sentimento, avaliar as pesquisas, avaliar tudo.”
A prioridade de março, segundo Neto, é clara: “Organização dos partidos e fechamento da chapa. Essa é a prioridade absoluta.”
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