Em coletiva em Irecê, Bahia, o principal nome da oposição ao PT no estado, ACM Neto, foi direto ao apontar as “duas primeiras urgências” que o próximo governador terá de enfrentar “pessoalmente, sem delegar absolutamente ninguém e com senso total de imediatismo”: segurança pública e saúde. Neto lembrou que a Bahia concentra cinco das dez cidades mais violentas do país, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, e descreveu um cenário em que “quem morre é o jovem, vítima da bala perdida ou capturado pelo tráfico”, e “quem morre é a polícia que tá tentando proteger o cidadão”.
Neto também citou o caso recente no Nordeste de Amaralina, onde um policial “pai de dois filhos, com 42 anos” foi “brutalmente assassinado com um tiro na cabeça”, enquanto Jerônimo Rodrigues “assiste como se nada acontecesse”.

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