
Na luta pela permanência do Projeto Viver, a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), que é também presidente da Comissão dos Direitos da Mulher na Câmara, informou que o secretário Carlos Martins, em audiência pública com representante da secretaria de Políticas para as Mulheres, assumiu o compromisso de não fechar o Viver.
A edil defende a continuidade do Projeto Viver. “Ele garantiu pra nós que nenhuma vítima, seja criança ou mulher, deixará de ser atendida e colhida e ter o tratamento necessário”, reitera Aladilce.
A vereadora reforça que durante uma audiência pública foi reafirmado diante dos presentes, usuários do serviço e servidores do Viver, Ministério Pùblico, Defensoriia Pública, Tribunal de Justiça e rede de mulheres em defesa das mulheres em situação de violência e diversas instituições a necessidade do fortalecimento do Viver.
“Há um pleito e uma reivindicação urgente de reposição de psicólogos e assistentes sociais e médicos que estão faltando no Viver para que não haja descontinuidade. A situação ainda é frágil e nós reafirmamos essa posição de que é preciso continuar com o Viver e que o governo deve agir no sentido de fortalecer e expandir a rede do serviço em todo o Estado e tem que ter continuidade”, defende.
A proposta, conforme Aladilce, é criar uma mesa com todas as entidades para acompanhar a situação do Viver.
“O objetivo é de que as crianças, adolescentes e mulheres que sofrem violência sexual e as famílias continuem sendo acolhidas e acompanhadas no tempo que precisar para refazerem suas vidas, porque o gasto e o prejuizo é muito maior se a gente não interferir agora. Por que senão, eles vão acabar seguindo pelo sofrimento e pelo trauma, reproduzindo essa violencia mais adiante”, disse.
Rafael Santana
Bahia Notícias Salvador Política Futebol Portal de Notícias TVS1