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Alexandre Aleluia defende que Projeto Escola sem Partido é constitucional em debate na Comissão Especial da Câmara dos Deputados

Foto: Reprodução Facebook Vereador Alexandre Aleluia

O vereador Alexandre Aleluia (DEM) participou na tarde de terça-feira (9) de debate promovido pela comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o Projeto de Lei 7180/14 que trata do Escola sem Partido.

Para Alexandre Aleluia, o texto do Escola sem Partido, além de constitucional, “não traz apenas fundamentação cristã e unipartidária”.  Aleluia criticou a suposta doutrinação de professores a alunos.

Ele disse que  “docentes têm violado direitos familiares ao ministrar aulas que tratam de conteúdos impróprios para a idade dos estudantes”. A família, na concepção do vereador, é “o último resguardo na sociedade, e os professores têm atacado os ensinamentos morais e religiosos recebidos pelos alunos”.

Em seu primeiro projeto apresentado no Legislativo Municipal, Aleluia defende a tese do ‘Escola sem Partido’, nome da proposta baseada em uma Organização Não Governamental (ONG) que leva o mesmo nome, liderada pelo Dr. Miguel Nagib que tem encampado a luta contra a doutrinação e boicote de novos pensamentos alternativos defendida pelo vereador.

O Projeto ‘Escola sem Partido’ encabeçado pelo vereador Alexandre Aleluia em Salvador estabelece a colocação de um cartaz com os deveres dos professores nas salas de aulas com princípios de antipartidarismo, com pluralismo de ideias, liberdade de consciencia e de crença, liberdade  de ensinar e aprender com o objetivo de combater a doutrinação ideológica e ostensiva dentro da sala de aula que quebra o poder e atuação da família no ensino.

“O resultado deste atual modelo deletério em que os professores viraram cabos eleitorais é o rendimento dos estudantes brasileiros, classificado entre os piores do mundo. O projeto da Escola Sem Partido é uma solução real para um problema real”, afirma o vereador em nota. O 1º artigo é bem claro: ‘O professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias’”, argumenta Aleluia.

O vereador Aleluia tem protagonizado o debate sobre o Projeto ‘Escola sem Partido’ na imprensa local e em encontros, seminários e palestras onde têm participado. Nestas oportunidades, Aleluia defende de forma consistente seu ponto de vista acerca da proposta, além da interação com os ouvintes através de perguntas e opiniões que fez esquentar ainda mais o debate entre os vereadores.
“O que eu procuro no Projeto é resgatar o ensino real e também o papel da família no ensino. A família tem que ser respeitada em todos os sentidos, seja no aspecto moral, religioso, sexual etc.  É uma solução real para um problema real. A gente não pode fechar o olho para o que acontece nas salas de aula. A gente ver casos e casos de doutrinação ostensiva com professores fazendo um verdadeiro proselitismo político em sala de aula. Eu acho que não é por ai”, argumenta o edil ao elucidar a proposta que diverge de argumentos e opiniões.

Além de Alexandre Aleluia, o vereador por São Paulo, presente tambpem no debate, Fernando Holiday, que é coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), disse que quando ainda cursava o ensino médio sofreu perseguição de professores por causa de divergências de pensamento. A maioria dos docentes, afirmou, tentava doutriná-lo. “Eles falavam que, se eu não abandonasse a minha fé e os meus laços familiares, eu estaria fadado à burrice”.

Conforme Holiday, o Escola sem Partido garante aos alunos a liberdade de pensamentos políticos e religiosos, “direitos que já estão na Constituição”.

Rafael Santana com informações da Agência Câmara

Sobre Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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