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Alexandre Aleluia e Marta Rodrigues polemizam debate sobre os projetos ‘Escola sem Partido’ e ‘Escola Livre’ na Rádio Excelsior FM

Os projetos ‘Escola sem Partido’ e ‘Escola Livre’ foram debatidos pelos vereadores Alexandre Aleluia (DEM) e Marta Rodrigues (PT) na manhã desta quarta-feira (18), no Programa ‘Na Boca do Povo’, na Rádio Excelsior FM (106.1), apresentado por Uziel Bueno e Evilásio Júnior. As duas propostas que tramitam na Câmara de Vereadores dividem opiniões entre políticos, professores, pedagogos e alunos das escolas da rede pública.

Autor do projeto ‘Escola sem Partido’, número 001, o vereador Alexandre Aleluia (DEM) participou do debate durante o programa. Na oportunidade, Aleluia defendeu seu ponto de vista acerca da iniciativa, além da interação com os ouvintes através de perguntas e opiniões que fez esquentar ainda mais o debate entre os vereadores.
Em seu primeiro projeto apresentado no Legislativo Municipal, Aleluia defende a tese do ‘Escola sem Partido’, nome da proposta baseada em uma Organização Não Governamental (ONG) que leva o mesmo nome, liderada pelo Dr. Miguel Nagib que tem encampado a luta contra a doutrinação e boicote de novos pensamentos alternativos defendida pelo vereador. A iniciativa encabeçada por Aleluia em Salvador estabelece a colocação de um cartaz  com os deveres dos professores nas salas de aulas com princípios de antipartidarismo, com pluralismo de ideias, liberdade de consciencia e de crença, liberdade  de ensinar e aprender com o objetivo de combater a doutrinação ideológica e ostensiva dentro da sala de aula que quebra o poder e atuação da família no ensino.
“O que eu procuro no Projeto é resgatar o ensino real e também o papel da família no ensino. A família tem que ser respeitada em todos os sentidos, seja no aspecto moral, religioso, sexual etc.  É uma solução real para um problema real. A gente não pode fechar o olho para o que acontece nas salas de aula. A gente ver casos e casos de doutrinação ostensiva com professores fazendo um verdadeiro proselitismo político em sala de aula. Eu acho que não é por ai”, argumenta o edil ao elucidar a proposta que diverge de opiniões.
Já a vereadora Marta Rodrigues (PT), autora do Projeto ‘Escola Livre’, mostrou-se contrária ao questionar o projeto ‘Escola sem Partido’ do vereador Aleluia. Conforme afirmou a petista, “não se pode confundir doutrinação com debate plural das ideias na concepção pedagógica” e considera que o tema carece de um debate sociológico.
“Como é que nós vamos deixar de estar com o aluno fazendo esse debate? A sociedade é pautada de acordo com os temas que vivemos no dia-a-dia”, avalia.
Perguntada se o PT se aproveitou do momento político para aplicar ideologias na cabeça dos estudantes, a vereadora afirmou: “de maneira nenhuma”. “Eu sou professora e jamais, nenhum professor, colegas meus, jamais vamos fazer isso. Prática e discussão partidária nós fazemos no partido ou nos movimentos fora,  de maneira alguma, mas nós fazemos o debate. Ai eu queria perguntar: de onde vem a doutrinação? Nós não podemos confundir isso com o debate plural das ideias”, rebate Marta.
Quanto a opinião contrária da petista sobre o ‘Escola sem Partido, Aleluia foi incisivo ao afirmar que o PT exerce doutrinação política ostensiva em sala de aula ao se utilizar de ideologias marxistas pregadas pelo educador e professor Paulo Freie defendidas pelos petistas: “faz sim e muito”.
“Nãõ existe constrangimento ao professor. Vamos deixar bem claro isso. Não existe isso. Eu sou a favor da liberdade, mas nenhuma liberdade é absoluta. É importante o debate, não sou contra o debate ou a favor da censura, mas o que acontece hoje é que o ensino foi ocupado pela política. A política está vindo em primeiro lugar em relação ao ensino. Não é a toa que hoje o Brasil tem as piores notas em todos os rankings internacionais. Isso tudo é o tal do pensamento crítico de Paulo Freire, que criou um modelo falido de educação, que só pensa em política. Isso virou a prioridade na sala de aula. Não estou falando para acabar, mas não pode ser a prioridade. Prioridade é ensinar gramátca, matemática, geografia. Essa é a prioridade. O que acontece é que a política virou prioridade. Como todo marxista coloca sempre a política em primeiro lugar. Acorda em primeiro lugar pensando em política, pensando em poder e isso tem  que acabar. A gente tem que pensar em ensinar as crianças”, rechaça o democrata.

Rafael Santana/Foto: Evilásio Júnior / bahia.ba

Sobre Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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