
O cerco apertou de vez para Cristina Kirchner, principal aliada de Lula na América do Sul e entusiasta do Foro de São Paulo: aquele mesmo grupo que reúne figuras como Fidel Castro, Nicolás Maduro, Hugo Chávez, guerrilheiros, narcotraficantes e os principais líderes da extrema-esquerda radical e violenta no Brasil.
O Departamento de Estado dos EUA impôs sanções à ex-presidente argentina após sua condenação por envolvimento em um esquema de fraude bilionária. Segundo o secretário Marco Rubio, Cristina e seu ex-ministro Julio De Vido “abusaram de suas posições ao orquestrar e se beneficiar financeiramente de vários esquemas de suborno envolvendo contratos de obras públicas, resultando em milhões de dólares roubados do governo argentino”.
As sanções incluem a proibição de entrada nos Estados Unidos, bloqueio de vistos e extensão da penalidade aos familiares imediatos. Não se trata de uma punição simbólica é um recado direto da nova política externa americana, agora alinhada à direita e com respaldo da ala trumpista do Partido Republicano.
Cristina, que foi vice de Alberto Fernández, considerado o pior presidente da história argentina, agora também está proibida de ocupar cargos públicos após condenação por corrupção.
A decisão tem peso diplomático e escancara o tipo de liderança que Lula sempre fez questão de manter por perto. Ambos foram protagonistas do Foro de São Paulo, organização que, desde os anos 90, articula a extrema-esquerda latino-americana com apoio de guerrilheiros, milicianos e até narcotraficantes. O objetivo sempre foi claro: manter o poder a qualquer custo, mesmo que para isso seja preciso aparelhar o Estado, sufocar a imprensa livre e flertar com regimes autoritários.
Cristina já estava em baixa desde sua condenação, mas a resposta dos Estados Unidos eleva o caso a outro patamar. A mensagem é clara: corruptos não serão bem-vindos, nem ela, nem seus cúmplices. E se essa lógica for levada adiante, não vai demorar para que outros líderes ligados ao Foro de São Paulo entrem na mira das autoridades americanas: inclusive nomes que hoje ocupam cargos no Brasil.
A iniciativa liderada por Marco Rubio também reforça a aproximação com o governo de Javier Milei, que tem contado com apoio de Donald Trump na tentativa de reconstruir a Argentina. Milei, que se elegeu com discurso firme contra a corrupção kirchnerista, agora vê seu principal alvo político oficialmente sancionado pela maior potência do mundo.
E o mundo, enfim, começa a virar as costas para o velho projeto de poder da esquerda latino-americana.
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