Jefferson Rudy / Agência Senado
Numa noite de domingo que parecia como qualquer outra, o Twitter foi palco de um debate acalorado que surpreendeu muitos brasileiros. Tudo começou quando a senadora Soraya Thronicke, principal aliada do Lula no Congresso, decidiu manifestar sua posição sobre os ataques terroristas, e assassinos, do Hamas a Israel. Em sua postagem, Soraya destacou sua indignação com o grupo, classificando-o como uma organização terrorista que utiliza a reivindicação como máscara para legitimar suas ações.
Porém, o que chamou a atenção dos internautas foi a “audaciosa” comparação feita por Thronicke ao responder a um usuário. A senadora, em tom de provocação, sugeriu que as “senhorinhas fundamentalistas orando com a Bíblia nas mãos” eram o início de algo que poderia evoluir para ações terroristas semelhantes às do Hamas.
Rapidamente, a rede social foi tomada por reações. Entre elogios e críticas, muitos não conseguiam acreditar na comparação feita. O deputado-federal Nikolas Ferreira foi um dos que expressou seu desagrado, classificando a senadora como “ser desprezível” por sua declaração.
Essa comparação de Thronicke trouxe à tona uma discussão mais ampla sobre a percepção do público cristão no Brasil e sua relação com o extremismo. Em um país predominantemente cristão, tal declaração não passaria despercebida.
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